quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
Poesia para poetas tolos.
É realmente tão fantástico o que no mundo eu vejo?
E o quão forte é a busca tudo que desejo?
É minha arte mais profunda dividida em parte.
É de minhas músicas a grande contraparte.
É o vento que traz o frio invisível,
O farfalhar de mil folhas quase inaudível.
Inocência, e beleza de um sorriso puro.
É o medo que tenho do que tem no escuro.
Uma criança que nasce, mas não vê o mundo.
É a lagrima do choro de uma tristeza incerta
Uma mente sadia, uma janela aberta.
A dor no peito, a saudade aperta.
Procurar para dizer a palavra certa.
É tentar se prender a algo tão bruscamente
É fingir um sorriso, sem sorrir realmente.
Como som, violão, é minha melodia
É o tempo que eu levo pra compor minha alegria.
Como flor, como céu, como um barco tranquilo navegando há deriva
Meu momento, meu segundo, minha fase inventiva.
São as frases que escrevo sem ter prerrogativa.
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