Eu nunca quis ser assim.
Ser tão intenso e imoderado,
Um mar revolto que assusta aos olhos.
Não era a ideia ser tão transbordante,
Sendo sempre a cheia, nunca ter vazante.
Mas é assim mesmo, eu sinto demais.
Nunca só o minimo, sempre o pra mais.
Vivo só de impulsos, sou tão pouco recuo.
Jamais penso muito, se não, não fluo.
E se pareço assim inconsequente,
Me desculpa isso, mas é a minha mente.
E mesmo em toda essa conflitante
No peito ainda arde uma chama constante.
Buscando um amor tranquilo que seja o meu calmante.
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