quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Somewhere over the rainbow...


Não sei o que me aconteceu ultimamente,

Mas ao mesmo tempo em que meus problemas me deixam mal,

Tenho milhões de motivos para ficar contente

Tenho amigos, família, pessoas queridas,

E dessa vez não me preocupo com despedidas.

Sinto que finalmente encontrei meu lugar

Não é tão bonito,

Mas é bom de estar.

E de todas as minhas viagens por universos paralelos

Logo aqui fui criar meus elos

Foi aqui que finalmente encontrei minha verdade

Me desconectei do meu antigo mundo

E agora pertenço à outra realidade.

Aqui são poucos os dias que eu não passe sorrindo

Só aqui eu posso dizer,

Que um dia de sol é bem-vindo.

Asas...

Perdi-me em um mundo paralelo
Era tudo tão diferente do que eu havia visto
Mais puro, colorido, mais belo
Quem sabe fosse ali que eu realmente pertencesse
Foi então, antes que eu percebesse
Que um corvo macabro me disse:
Antes que tu, criança, te iluda
Digo-te para que peças ajuda,
Por que nada que vês é real,
Não enxergas a paisagem normal.
Criasse esse mundo para escapares do teu
Já que naquela, sua esperança já morreu.
E eu sem muito compreender, pergunto:
Quem és tu, corvo, que comigo apresenta tanta familiaridade?
E ele responde:
Sou suas asas negras que lhe trarão liberdade...

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Pequenas palavras...

Depois de tanto tempo sem postar nada decidi que deveria postar algo que realmente valesse a pena. Então, sem mais enrolações, eis como me sinto...

Oh doce coração,
Por que não cansas de sofrer?
Ainda insiste em apaixonar-se?
Acha que esse é o motivo que o faz bater?
Acredito que a dor já lhe completa
Que o simples gostar já te destrói.
Por mais que seja uma coisa incerta,
Cria expectativas, aceita ilusões
Desenha sorrisos, compunha canções.
Tudo isso para que mais tarde se desfaça,
Sendo tudo uma grande chalaça,
Uma brincadeira sem graça.
Na qual o grande coitado é estilhaçado,
Quebrado, partido e rasgado.
Mas que mesmo assim se remonta,
E espera ansiosamente pela próxima jogada.
Oh coração abobado,
Quando ficarás cansado?